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Agências amigas levam licitação de R$ 197 mi para cuidar de Lula

Por Blog do Elias Hacker 25/04/2024 às 08:28:48

O Brasil tomou conhecimento, nesta quarta-feira (24), de que as agências Moringa, BRMais, Área Comunicação e Usina Digital foram as vencedoras da megalicitação de comunicação promovida pelo governo Lula. Mas o site O Antagonista já sabia, desde a véspera, que essas seriam as empresas vencedoras dos contratos. Elas foram contratadas a peso de ouro para tentar dar jeito na popularidade decadente do presidente.

Se os autores das propostas vencedores só poderiam ser revelados no ato da sessão pública desta quarta-feira – já que o julgamento se dá sobre propostas não identificadas -, por qual razão o site jornalístico já sabia do resultado se isso, pelo rigor da lei, não poderia ser possível?

Luís Inácio Lula da Silva (PT) empenhou R$ 197 milhões de reais a fim de "combater fake news". Por isso, pagará essa fortuna às quatro agências amigas do governo; o que macula o processo licitatório. Outras 20 empresas estavam disputando a licitação, e muitas delas possuem mais tradição e gabarito no setor público do que estas que venceram.

Para provar a acusação, um dos autores da denúncia feita pelo site O Antagonista, Wilson Lima, publicou ainda nesta terça-feira (23) uma mensagem cifrada em seu perfil na rede social X.

– PP = AD + M + BRplus + US

AD significa Área Comunicação, conhecida por estreita relação com Otávio Antunes, que é marqueteiro do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
US na postagem significa Usina Digital, associada a Sidônio Palmeira, marqueteiro de Lula na última campanha política, e que se juntou ao governo petista para buscar uma solução para o desgaste na imagem de Lula.
BRplus se refere à Br+, que integra o consórcio vencedor BR e Tal junto à Digi&Tal, muito próxima dos deputados federais do PT Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR), que é a presidente nacional do partido.
M representa a agência Moringa L2W3, a preferida do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) de Lula, Paulo Pimenta, o PP presente na publicação.

O veículo de imprensa conclui, ao denunciar mais um fato grave em meio a tantos envolvendo Lula e seus asseclas, que "se o objetivo do contrato é de fato combater fake news, essa história começa muito mal".

Fonte: agoranoticiasbrasil.com.br/

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